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Gianni Infantino no comando da FIFA até 2023

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Gianni Infantino no comando da FIFA até 2023 Fifa.com

Gianni Infantino foi reeleito como presidente da FIFA por aclamação, sem a necessidade de uma votação, nesta quarta-feira em Paris durante o 69º Congresso da entidade, que ele deve comandar até 2023.

"Obrigado a todos, os que gostam de mim e os que me odeiam, hoje eu amo todos. Amo o futebol, trabalho duro, me comprometo com vocês, continuarei trabalhando duro, com vocês e para vocês", disse Infantino, emocionado, depois que os representantes das federações da Fifa apoiaram seu projeto com aplausos.
Além de representantes das 211 federações, o congresso contou a presença de algumas figuras ilustres do futebol, como o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, o guarda-redes espanhol Iker Casillas e o técnico português José Mourinho.
"Foi o primeiro a me enviar uma mensagem de parabéns quando me elegeram em 2016", lembrou Infantino ao falar de Mourinho.
Antes de ser reeleito, o dirigente suíço de 49 anos, que em fevereiro de 2016 sucedeu no cargo a Joseph Blatter, envolvido em um escândalo de corrupção na FIFA, fez uma retrospectiva de seu mandato em discurso de mais de 30 minutos, no qual falou em inglês, francês, alemão e espanhol.
"Nunca mais!
O que aconteceu no passado não pode voltar a acontecer. Agora, ninguém mais fala de reconstruir a FIFA do zero, ninguém fala de corrupção. Só se fala de futebol", afirmou Infantino, se esforçando para cortar qualquer relação com o passado.

"Já não é possível na FIFA esconder pagamentos ou fazer algo incorreto com os fluxos de caixa, sabemos onde está cada dólar e para onde vai, tudo é apresentado de maneira transparente", continuou.
Infantino também se mostrou muito satisfeito ao repassar as finanças da FIFA. "Temos a situação financeira mais sólida de nossa história. As reservas eram de 1 bilhão de dólares, agora são de 2,75 bilhões. Multiplicamos os investimentos", comemorou o presidente da Fifa arrancando aplausos do público.
- 'Recorde de receitas' -
Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, tomou a palavra como presidente da comissão de Finanças.
"Foi batido um novo recorde de receitas, alcançando os 6,421 mil milhões de dólares (2015-2018). E 83% dessas receitas foram produto da Copa do Mundo da Rússia, a edição mais rentável da história", analisou.
"A FIFA destina mais de 81% de seus investimentos à comunidade do futebol mundial. Não temos que ter vergonha de querer aumentar as receitas, é nossa missão", disse por sua vez Infantino, que defendeu a ampliação da Copa do Mundo de 32 para 48 seleções a partir da edição de 2026, que será organizada em conjunto por Estados Unidos, Canadá e México, e e do Mundial de Clubes.
Fonte: AFP

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